Existe um mito recorrente de que produtos veganos ou cruelty free seriam mais suaves e, por isso, menos potentes. Essa associação não tem base técnica.

Eficácia está relacionada à escolha dos ativos, à engenharia da formulação e aos testes de estabilidade. Uma marca pode ser ética e, ao mesmo tempo, altamente tecnológica.

Ser cruelty free significa que o desenvolvimento não envolve testes em animais. Isso não reduz desempenho. Pelo contrário, acompanha a evolução científica e regulatória mundial.

Quando esse compromisso vem aliado a registro na ANVISA, respaldo profissional e critérios rigorosos de fabricação, o consumidor recebe o melhor dos dois mundos: performance e responsabilidade.

Profissionais como biomédicos e esteticistas tendem a valorizar empresas que unem evidência, segurança e transparência. Afinal, indicação também envolve reputação.

Além disso, a confiança na compra continua essencial. Ambientes protegidos, com meios de pagamento reconhecidos como o Mercado Pago, garantem tranquilidade do início ao fim.

A nova geração de dermocosméticos nasce exatamente dessa convergência entre ciência, ética e rotina diária. Não se trata apenas de tratar a pele, mas de construir autoestima de forma coerente com valores contemporâneos.

Essa é a direção seguida pela SORA ao desenvolver produtos que respeitam a vida em todas as etapas e, ainda assim, entregam resultados reais.

 

SORA, cuidar hoje é pensar no amanhã.